terça-feira, dezembro 21, 2010

É Verão


O verão no hemisfério sul começou oficialmente às 21h38min. Se na terça-feira as temperaturas já passaram dos 30°C em diversos municípios, a quarta-feira deve mostrar ainda mais a cara da nova estação.
Com o sol brilhando desde cedo, chegou a passar dos 30º em varias cidades do país, é tempo de se cuidar e cuidar de quem você ama!!! Muito protetor solar, sombra e água fresca... (como diria minha avó!), não se esquecendo do chapeu...
 Agora que a época de praia começou, nunca é demais alertar as pessoas para os: Vitamina para bronzear


Cuidados com o Sol

Abuse do protector, use chapéu, evite a praia nas horas de maior calor e proteja as crianças. As roupas sintéticas e escuras defendem melhor a pele.
O Sol tem um efeito benéfico sobre o estado de espírito e é indispensável para certas funções corporais, como a síntese de vitamina D. Mas a exposição excessiva provoca o envelhecimento precoce da pele. Além disso, pode ser responsável pelo aparecimento de lesões cancerosas.
Evite-o durante as horas mais quentes do dia, entre as 11 e as 17, e aplique frequentemente protector solar.
Informe-se sobre o seu tipo de pele  para determinar o tempo máximo de exposição solar e o índice de proteção necessário.

Até aos 6 meses, não leve os bebés à praia e, até um ano, evite a sua exposição direta ao Sol. Proteja as crianças com creme solar de índice elevado, t-shirt e boné.

•Para qualquer tipo de pele, o protetor deve ter um índice mínimo de proteção de 15. Se a sua pele for muito clara, tiver problemas cutâneos ou hipersensibilidade (manchas ou ardor, por exemplo) à luz do Sol, use um protector com índice mínimo de 30.

•Coloque o protector cerca de uma hora antes de se expor, para que a pele o absorva bem. Repita a operação em cada 2 ou 3 horas e após mergulhar, mesmo que o rótulo refira que é de longa duração ou à prova de água.




Além de filtro solar, os dermatologistas recomendam outro cuidado para quem quer ficar no tom do verão: comer cenoura, batata-doce, abóbora, beterraba, mamão papaia, manga, brócolis e espinafre. Eles são ricos em betacaroteno. O nutriente, que confere às frutas a cor amarela e alaranjada nas folhas, ele é camuflado pelo verde da clorofila, é empregado pelo organismo para formar a vitamina A e reforçar a co-loração do bronzeado.


“A substância também ajuda a barrar uma parte dos raios ultravioleta A, responsáveis pelo envelhecimento precoce e pelo câncer de pele”, revela o dermatologista Humberto Ponzio, de Porto Alegre. Para ativar o poder bronzeador, o ideal é ingerir três cenouras diariamente. “O betacaroteno funciona ainda como se tingisse a pele internamente, mesmo na ausência de raios solares”, esclarece o dermatologista José Carlos Greco, de São Paulo.


PERIGOS DO EXCESSO DE ALIMENTOS QUE BRONZEIAM


O teste da palma das mãos: Para saber se você está ingerindo grandes quantidades de betacaroteno, observe a palma das mãos. Se ela fica amarelada, é sinal de acúmulo da substância. Para o estoque na pele diminuir e a coloração desaparecer basta interromper a ingestão. “O betacaroteno também tende a se depositar mais em áreas oleosas, como a testa e as costas”, explica Humberto Ponzio.


Suco bronzeador

Ingredientes:


• 1 copo pequeno de suco de laranja
• 1/2 beterraba crua e 1 cenoura média
Modo de fazer: Centrifugue a cenoura e a beterraba e misture ao suco de laranja

Se você quer um tom de pele bonito no verão, consuma os seguintes alimentos um mês antes de lagartear na praia: cenoura, abóbora, manga, espinafre, pimentão, brócolis, couve, melão, mamão papaia, tomate, beterraba e melancia
Cuidado!
Quem tem a pele muito clara deve controlar a dose de betacaroteno. Há o risco de surgir um tom amarelado artificial. Já nas pessoas morenas a coloração produzida pelo nutriente tende para o dourado.


Sem riscos sob o sol



O verão exige cuidados durante a prática de atividade física. Se a temperatura corporal subir demais pode haver encrenca: cãibra, fraqueza, tontura e desmaio. Fazendo a coisa certa, nada disso acontece.


por Priscila Boccia
colaboradores Bianca Grassetti / Rogério Maroja


Pingar de suor significa que o corpo luta para manter seus 37 graus Celsius de praxe. A molhadeira nada mais é do que uma estratégia do organismo para resfriar a pele e, assim, impedir que a temperatura vá às alturas. É por isso que durante o exercício, quando cerca de 75% da energia produzida com os movimentos se transforma em calor, a camisa tende a ficar encharcada. Depois de uma hora de atividade moderada sob o sol, chega-se a perder 1 litro e meio de água. Praticar exercícios quando o clima está quente exige mais do sistema de refrigeração corporal — o que pode ser perigoso. “O organismo passa a produzir cada vez mais suor. Isso diminui o volume do plasma sangüíneo, comprometendo não apenas o mecanismo de perda de calor, mas também o sistema cardiovascular e a própria capacidade de realizar exercícios”, chama a atenção Luiz Oswaldo Rodrigues, fisiologista da Universidade Federal de Minas Gerais. Cãibra, fadiga, tontura e desmaio são sinais de que a temperatura do corpo está passando do ponto.
Ignorá-los é bastante arriscado. O organismo pode sofrer hipertermia — ir muito além dos 39° C e parar de funcionar. “Quanto menos condicionada a pessoa estiver, mais rápido os sintomas aparecerão”, avisa Rodrigues. Por isso, se você não está acostumado a malhar, não invente de patinar no calçadão, correr na areia ou fazer trekking em pleno meio-dia sem antes se preparar. E, mesmo que seja fã antigo de exercícios, maneire no verão.

 As estratégias para o calor e se exercitar numa boa


Para evitar problemas ao malhar no calor do verão, a primeira medida é diminuir o ritmo. “A intensidade e a duração da atividade física devem ser menores”, aconselha o fisiologista Paulo Zogaib, do Centro de Medicina Preventiva e do Esporte do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Fuja, claro, dos horários mais quentes do dia, com sol a pino. Outro cuidado importantíssimo é a hidratação, que precisa ser feita antes, durante e depois do exercício. “O certo é beber água mesmo sem sentir sede”, afirma Laíra Campêllo, especialista em Medicina do Esporte da Universidade Federal de São Paulo. Tenha como referência a orientação médica: tomar cerca de 300 mililitros de água (um copo grande) a cada 20 minutos de atividade física. Assim, você repõe o líquido e os sais minerais perdidos durante a transpiração. Daí é mais difícil sofrer cãibras, visão turva e mal-estar.


Quem preferir pode tomar bebidas isotônicas, mas sem achar que, por causa disso, estará mais protegido. “Só os atletas têm benefícios trocando a água por esses preparados”, desmistifica Laíra. E, claro, nunca é demais avisar que a cerveja, tão querida pelos brasileiros no verão, não serve para reidratar o corpo. “A ação diurética da bebida faz com que a pessoa perca mais líquidos do que ingeriu, piorando o quadro”, alerta Paulo Zogaib.


Quem pratica atividade física na piscina sofre menos desconforto, desde que não entre na água aquecida — um risco e tanto. “Em poucos minutos a pessoa pode ter hipertermia, pois a troca de calor com a água é quatro vezes mais rápida do que com o ar”, avisa Cláudia Forjaz, professora de fisiologia da Universidade de São Paulo. Já procurar espaços ventilados para se exercitar ajuda — e muito. “O contato com o ar mais frio resfria a pele”, explica a fisiologista. Um parque cheio de árvores, com vento e sombra de sobra, é o cenário perfeito para mexer o corpo na época mais quente do ano.



Com que roupa?
Tirar a camisa para malhar não alivia o calor. “A radiação do sol direto na pele esquenta ainda mais”, destaca Cláudia Forjaz. Não é à toa que jogar vôlei na praia apenas de sunga ou biquíni cansa um bocado. Para se proteger, o ideal é usar roupas claras — elas refletem os raios solares — e leves. Se o calor for muito intenso, vale molhar com água uma camiseta de algodão. Outra opção é vestir um daqueles tecidos hi-tech com mecanismos que facilitam a transpiração. “Alguns têm furinhos em formato de cone que auxiliam na evaporação do suor”, conta Zogaib.


Além dos limites de segurança
O que pode acontecer se você não tomar cuidado ao se exercitar no calor


• Cãibras
A perda de sais minerais na transpiração perturba o chamado equilíbrio eletrolítico, que garante o bom funcionamento dos músculos. Daí surgem os espasmos, mais freqüentes no abdômen e na panturrilha (batata da perna).


• Síncope
Na falta de bons goles de água ou suco para reforçar a hidratação, o volume de sangue diminui. A pressão arterial cai, gerando fraqueza generalizada, tontura, palidez e desmaio.


• Exaustão
Se o volume sangüíneo cai demais, o sistema cardiovascular não consegue garantir o fluxo de sangue para todo o corpo e entra em pane. As células em geral ficam desidratadas, o que provoca descoordenação, vertigem, dor de cabeça, náuseas e vômito.


• Choque térmico
Se a desidratação é intensa, o suor diminui e a pele fica seca e quente. A temperatura ultrapassa os 39° C e danifica os mecanismos termorreguladores. Há risco de morte.


Primeiros socorros


O que fazer para brecar o processo de hipertermia
• Remova a pessoa para a sombra ou para um local com ar refrigerado;
• Retire as roupas e resfrie o corpo dela com ventilador ou compressas de água gelada, começando pela cabeça;
• Se a pessoa estiver lúcida, force-a a ingerir água, soro caseiro ou suco de frutas;
• Mantenha os pés elevados acima da cabeça;
• Não use antitérmicos;
• Monitore a temperatura. Se estiver acima dos 39° C, é hora de correr para o hospital.




Problemas são maiores em lugares úmidos


O ideal é deixar o organismo se acostumar ao ambiente antes de começar a se exercitar. Além da temperatura, o corpo precisa se acostumar à umidade relativa do ar, que varia de cidade para cidade. “Ambientes muito úmidos dificultam a evaporação do suor”, esclarece o fisiologista Luiz Oswaldo Rodrigues, da Universidade Federal de Minas Gerais. Resultado: mesmo com o rosto molhado, a pessoa não consegue abaixar a temperatura corporal. Em locais muito secos, também há riscos, pois a perda de água é extremamente rápida. Daí a importância da aclimatação — deixar o corpo se acostumar com essas variáveis antes de partir para a ação. “Durante viagens, é bom esperar uns três dias para retomar a rotina de exercícios”, indica Rodrigues. Segundo dados do Ministério da Agricultura, o Pará é o estado mais quente e úmido do país. O campeão da secura é o Ceará. Apesar do calor, o Rio de Janeiro costuma ter umidade na medida certa.

 Os mecanismos para esfriar o corpo


Entenda como o organismo reage diante do calorão


• Suor
O hipotálamo, região do sistema nervoso, estimula as glândulas sudoríparas a retirar água e sais minerais do plasma sangüíneo para jogá-los na pele através dos poros. Ao entrar em contato com a pele quente, o suor se evapora, o que ajuda a dissipar o calor. Por isso, se você enxugar o suor, impedindo que haja a evaporação, vai continuar esquentando.


• Vasodilatação
Há sensores de temperatura por toda a pele. Eles avisam ao cérebro que o corpo está aquecido. Ao receber essa mensagem, o hipotálamo aumenta o fluxo sangüíneo nas regiões superficiais do corpo para que o sangue se resfrie — é por isso que o rosto fica avermelhado. Daí, mais fresco, o sangue circula pelo organismo ajudando a abaixar sua temperatura.



Fonte: http://saude.abril.com.br/especiais/verao/conteudo_266786.shtml

 Imagens retirdas da Internet.






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