terça-feira, dezembro 27, 2011

ame e manifeste esse amor


Monja Coen


Pense em alguém que você gosta muito.
Do passado, do presente ou do futuro.
Pode ser um bichinho, um brinquedo, uma pessoa, uma criança, uma situação agradável.
Pense e sinta.
Sinta esse amor, agora, aqui, em você.
Conecte-se com esse amor que habita em você.
Comece a incluir nessa amorosidade todas as pessoas que estão próximas a você.
Vá expandindo sua capacidade de amar.
Inclua todas as pessoas que você conhece.
Agora inclua as que você não conhece.
Inclua pessoas próximas e distantes.  
Inclua pessoas que você jamais viu.
Os povos africanos, asiáticos, australianos...
Os povos e tribos de toda a terra.
Inclua em seu amor todo o planeta, com árvores e insetos, flores e pássaros.
Mares, rios e oceanos.
Inclua a vegetação da Amazônia e da Patagônia.
Inclua o Mar Morto e o Deserto do Saara...
Não deixe o Pequeno Príncipe de fora.
Inclua os Lusíadas, a Odisséia, Kojiki...
Inclua toda a literatura mundial, um pouco de Machado de Assis, Eça de Queiroz, Shakespeare, um tanto de Saragosa , uma gota de Jorge Amado, banhado por Herman Hesse e Amon Oz...
Inclua todas as religiões.
Como se não houvesse dentro nem fora.
Imagine como John Lennon, que o mundo é um só.

O mundo é único.
O mundo, o universo, o pluriverso é um só.
Nós somos unas e unos com o Uno.
Perceba.
Isto que digo é a verdade.
E só há esse caminho.
Inúmeras analogias, linguagens éticas, expressões regionais e temporais para tentar atingir o atemporal, o fluir incessante, incandescente, brilhante, da vida em movimento, o transformador.
Somos a vida da Terra.
Somos a vida do Universo.
Somos a vida do Multiverso.
E quando nossos pequeninos corações humanos se tornam capazes de ir além deste saquinho de pele que chamamos o eu, então contatamos com a essência da vida.
Que é a nossa própria essência
E de tudo que é, assim como é.
Algum nome?
Nenhum nome?
Caminhemos.
Tornemo-nos o caminho a cada passo.
Que cada passo seja um passo de paz.
Que todo ano se abra com a abertura dos corações-mentes de todos nós seres humanos.
Abertura para o infinito.
Abertura para a imensidão.
Abertura para a ternura.
Abertura para a sabedoria.
Abertura para compaixão.
Que todos os seres em todas as esferas e todos os tempos se beneficiem com esse amor imenso que, aqui e agora, juntas e juntos, nos tornamos.
E ao nos tornarmos Amor tudo se torna vida e vida em abundância.
Ame e manifeste esse amor agora.

Serviço: Nem preciso dizer quem é a Monja Coen, não é?
Talvez vocês não saibam que ela foi jornalista.
E, curiosamente, quando ela trabalhava no Jornal da Tarde, muitos anos atrás, eu trabalhava no Estado de S. Paulo (redações eram uma ao lado da outra).
Só que vim a conhecê-la muitos anos depois, já como Monja.
Vejam o seu site www.monjacoen.com.br , que tem muita coisa interessante.
E, podendo, participe de suas pa, lestras, cursos e da Meditação Andando, que acontece no 3º domingo do mês no Parque da Água Branca.

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