segunda-feira, janeiro 02, 2012

Amor também exige a pratica

Este texto retirei do facebook, de uma publicação do Grupo Médiuns Sensitivos e Afins, do qual faço parte, e que foi escrito pelo jornalista Rui Batista Albuquerque Martins, e vou compartilhar com voces, meus amigos e leitores. 



Amor também exige a pratica



Quando falamos em amor, rapidamente muitas pessoas pensam em sexualidade. Mas, embora a pratica de sexualidade seja prazerosa, cabe lembrar que ela assume proporções muito mais gratificantes quando o amor verdadeiro envolve o casal. Trata-se, então, de um envolvimento não só de corpos, mas de almas, de um encontro fantástico e aprovado pelo Criador, que nos dotou de sexo para descobrirmos a alegria do amor. E quem ama de fato, vive esse sentimento com intensidade, desenvolvendo valores positivos como a confiança, a cumplicidade, o respeito, a valorização da vida. O amor é o mais importante dos sentimentos, pois foi destacado por Cristo: “o amor está acima de todas as coisas”. Quando Pilatos pediu que ele voltasse atrás, pois nada poderia estar acima das leis ditadas pelo império romano, Cristo não relutou. E foi crucificado. A vida nos proporciona muita alegria, prazer, felicidade, emoções que sentimos com a visão, audição, olfato, paladar e, principalmente, com a pele que cobre o nosso corpo, como uma antena capaz de transmitir ao nosso cérebro deliciosas sensações. Um abraço, que não é um simples envolvimento de corpos que trocam cumprimentos, transmite amizade, carinho, devoção. Por isso, gostamos tanto de sermos abraçados. E, evidentemente, de abraçar as pessoas que gostamos. Devemos lembrar que no caso da sexualidade, sofremos um aumento abundante de endorfinas no cérebro que produz sensações semelhantes às drogas, causando prazer intenso. E o melhor é que ela não causa efeitos colaterais.
Mas, a bem da verdade, quero falar sobre o amor incondicional que é praticado todos os dias em nossas comunidades. Voluntários, que não recebem nenhum tostão para cuidar dos velhinhos, carentes, doentes etc trabalham o ano todo, garantindo o desejo que o Natal seja comemorado todos os dias. A ação de movimentos religiosos evangélicos, espíritas, católicos (com pastorais), maçonaria, Lions e Rotary Clube garantem a governabilidade de Sorocaba. A cidade não seria possível de ser dirigida sem esse voluntariado, essa massa silenciosa que percorre favelas, assiste os doentes, realiza almoços e jantares para proporcionar alimentos e remédios a milhares de pessoas. O professor Luiz de Almeida Martins, antropólogo e palestrante conhecido internacionalmente, compara Sorocaba com as melhores cidades do mundo em termos de movimentos voluntários. De cada dez cidadãos, seis pelo menos trabalham em benefício do próximo. E nessa ação não há concorrência de igrejas. A solidariedade é a bandeira maior, é a verdadeira ação cristã: Ama o próximo como a ti mesmo.
Fernando Dini Neto comemorou, no último domingo, 15 anos de distribuição de alimentos aos moradores de ruas e pessoas necessitadas. Distribui 600 refeições todos os domingos, que são preparadas por voluntários, que embalam as marmitex e as distribuem em vários pontos de Sorocaba. A medida que a ação cresceu, apareceram voluntários para fazer curativos em feridas, cabeleireiros para cortar o cabelo dos assistidos etc. O padre José Sometti assiste centenas de dependentes químicos, a fim de resgatá-los à sociedade. O empresário Tadao levou um caminhão de alimentos e presentes para pobres do litoral. A Fundação Ubaldino do Amaral mantém várias instituições de caridade e o Colégio Politécnico, que forma mão-de-obra graciosamente. Os centros espíritas emprestam cadeiras de roda, muletas, camas e outros equipamentos para doentes carentes e, ainda, promovem palestras de elevado nível, muitas proferidas por consagrados professores, como doutores da Universidade de São Paulo. Enfim, precisamos lembrar que o amor também deve ser praticado e, mesmo os profissionais pagos, devem desenvolver suas atividades com amor. Os assistidos precisam deles, como eles precisam das pessoas para cuidar e demonstrar suas habilidades.
Eu gostaria que, neste veículo de comunicação social importante que é o Facebook, que os amigos falassem sobre essas pessoas que praticam o bem. Pertençam à igreja que pertencerem. Essas pessoas devem ser exaltadas, reconhecidas e aplaudidas, pois são os verdadeiros heróis que movimentam a comunidade. Então, falando delas também praticamos o amor, pois o bem também contagia. Experimente.
Do amigo
Jornalista Rui Rui Batista Albuquerque Martins

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